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LIVROS EM PDF – ISSO NINGUÉM DIVULGA
Durval Moreira
Iniciar o Ubuntu (10.04+) em modo texto
Depois de ver o meu amigo @brunobaruffi sofrer tentando fazer o Ubuntu ligar sem o Gnome, eu achei um método e vou postá-lo aqui para que todos os amigos possam desfrutar dessa informação que irá salvar a vida de muitos desenvolvedores e administradores de rede e dos próprios curiosos.
Bom, a ideia era deixar o ubuntu rodar bonitinho e sem a interface de ‘cara’. Mas que ela estivesse ali na hora que você digitar
# startx
Mas como o Gnome foi feito para os meros mortais, ele tem que iniciar com a bagaça toda. Mas a vovó sempre tem aquela receitinha de bolo guardada né, pois bem, fiz um assalto a velhota e consegui isso.
1.0 – Modificar o arquivo rc-sysinit.conf
sudo gedit /etc/init/rc-sysinit.conf
encontre a linha: env DEFAULT_RUNLEVEL=2
Altere o Valor “2″ para “3″
Salve o arquivo.
2.0 – Agora iremos modificar o arquivo gdm.conf
sudo gedit /etc/init/gdm.conf
e modifique por:
start on (filesystem and started hal and tty-device-added KERNEL=tty7 and (graphics-device-added or stopped udevtrigger) and runlevel [!3]) stop on runlevel [016]
salve o arquivo e saia.
reinicie o sistema, vai iniciar em modo texto
para iniciar a iterface grafica, basta digitar
# startx
Morre Steve Jobs, fundador da Apple
Em homenagem, mudei o tema do Blog.
Criador da Apple impôs visão de simplicidade no mercado da tecnologia.
Da experiência com drogas às brigas, conheça a trajetória do empresário.
—G1
Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era “simplesmente funciona” (em inglês, “it just works”). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. “Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar”, contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
“Ninguém quer morrer”, disse, posteriormente, No Vídeo Acima
, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. “Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo.”
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu “homem-zeitgeist”, ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo “AUTOEXEC.BAT” para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido”, afirmou, em entrevista à revista “Fortune” em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que “não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso.”
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um “hobby”, um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses – plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado “campo de distorção da realidade” criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um “jardim fechado”, incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de “tirano”. Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs”, afirma que, ao lado do “Steve bom”, o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos — às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um “nêmesis”, um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
“Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida”, disse, em entrevista ao “New York Times”. Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria “uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez”. O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do “desktop” utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Com o “Mac”, enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação “de garagem” que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e “Woz” apresentavam um computador que não era feito para “o restante de nós”.
“Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como ‘barra Q-Z’. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro – e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas”, afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas “por engenheiros e para engenheiros”, e havia a necessidade de criar algo para o “restante”, ou, como diria a famosa campanha “Pense diferente” da Apple de 1997, um computador para “os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados”.
Saída da própria empresa
Mas o sucesso do Mac – que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) – não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu “toque de midas”. No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 1996, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos – alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes – inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade – “sempre aliada ao trabalho duro”, como ele mesmo enfatizou. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido.”
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional – os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita – foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. “Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou”, afirmou, em comunicado.
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.
Novo Android Market, com Livros e Filmes
A Noticia é boa para quem possui aparelhos com versão 2.0 e (ou) superiores.
Pelo que parece, agora, além dos jogos e dos aplicativos você pode baixar livros, gratuitos e pagos, e até mesmo alugar filmes a partir de $ 1,99, apesar dessa prática ser mais comum nos EUA, o recurso parece muito interessante e quem sabe uma boa jogada para levantar as Locadoras e ajudar no combate a Pirataria de Filmes.
Matéria do Blog do Google Mobile (Inglês)
Em os EUA, você será capaz de alugar milhares de filmes, a partir de US $ 1,99, desde Android Market no seu telefone. Com o aplicativo Vídeos , disponível no Android Market, não há mais espera para downloads, sincronização, ou se preocupar com espaço de armazenamento. Basta entrar no Android Market com sua conta do Google, e você pode alugar filmes em qualquer lugar – a web , ou seu telefone Android ou comprimido – e começar a assistir instantaneamente. Você também pode baixar filmes para o seu dispositivo de modo que eles estão disponíveis para visualização quando você não tiver uma ligação à Internet. Também em os EUA, agora você pode comprar livros do Android Market no seu telefone. Como aluguel de filmes, livros estão ligados a sua conta do Google, então eles estão disponíveis instantaneamente em todos os seus dispositivos – computador, telefone, comprimido ou -. Sem a necessidade de fios ou downloads Você ficará encantado ao descobrir que temos reformulado Android Market para torná-lo mais rápido, mais fácil e mais divertido para descobrir ótimos aplicativos, filmes e livros. Nós criamos mais espaço para caracterizar alguns dos conteúdos mais interessantes da semana na página inicial. Nós adicionamos gráficos mais alto, com mais novos, os itens mais relevantes, e fizemos mais fácil roubar através destas cartas enquanto você navega na loja. Nós também introduziu novas coleções de grande conteúdo, como o pessoal pega e aplicativos Editors ‘Choice.
A Banda Mais Bonita da Cidade
Em primeiro lugar comecei a escrever 4h20 da matina, e eu realmente não ia postar nada hoje, e por um certo tempo, estou passando por uma fase meia trancedental e sem contar que eu estou trabalhando no pior (ou melhor, para alguns) horario de trabalho possível, é, aquele horario em que até o seu cachorro dorme, menos voce, o de ZERO HORA.
A parte boa é que não tem chefe e muito menos patrão para atormentar sua sagrada vida (só espero que ele não descubra meu blog, por isso não vou fazer Merchan da empresa em que eu trabalho, assim posso falar mal deles por mais um tempo).
Bom, assim que chegou o Estado de S. Paulo aqui no trampo, primeiro, tomei o maior susto, por que os infelizes conseguem jogar o jornal bem na maldita porta de vidro, isso faz o maior barulho e assusta qualquer um ser que tenha alma.
Começando a folear o jornal , chego até a página “LINK” (todo bom nerd ama essas últimas páginas, vi que já tinha saído uma matéria falando da Banda Mais Bonita da Cidade, fiquei impressionado, pelo tempo que o video está no ar e o sucesso que ele está fazendo e todos os mimimis.
Para quem está se perguntando, “Mas que diabos você está falando”, ai vai o vídeo mais falado dessas últimas semanas.
Leiam a matéria Completa:

Música "Oração" de - A Banda Mais Bonita da Cidade
Você já viu esse filme – ou melhor, esse clipe. Alguém grava um vídeo de uma música, sem muita pretensão e, por algum motivo inesperado, começa a ser visto diversas vezes por milhares de pessoas e, em pouquíssimo tempo, vira uma modinha, e depois uma febre, e depois um fenômeno. Foi assim com o Cansei de Ser Sexy, com a Lily Allen, com Mallu Magalhães e com Rebecca Black. Uma história que, para quem vive na internet, não parecia mais ser surpresa.
Até que aparece alguém com um gravador descendo uma escada, cantarolando uma música que é só um refrão e encontra-se com um músico, mais outro músico até que chega a uma sala cheia de gente feliz e sorridente repetindo o mesmo trecho, num mantra coletivo, por seis minutos de vídeo no YouTube.
A Banda Mais Bonita da Cidade começou a aparecer na semana retrasada e em pouquíssimo tempo – menos de uma semana – já atingia o seu primeiro milhão de views no site de vídeos. Ninguém entendeu nada. Quem é essa banda? De onde ela vem? É armação? É viral de alguma marca? É uma comunidade hippie? É um exercício de cinema?
Não era nada disso. Com três anos de existência, a banda de Curitiba não é uma trupe de teatro com dezenas de integrantes, mas apenas seis amigos que reuniram outros tantos para filmar um clipe que, como afirmariam logo após acusações online, foi inspirado na versão que o site francês La Blogothèque fez para a música “Nantes”, da banda americana Beirut.
“Oração”, o clipe em questão, até o fechamento desta edição, na sexta passada, já havia atingido três milhões de views no site – e se desdobrado de forma viral tanto na briga de novos fãs contra novos desafetos quanto em remixes, mashups, paródias e todo o tipo de gracinhas típicas a um fenômeno desta categoria.
Em comum com os outros artistas citados no início do texto – e talvez um dos motivos do sucesso do clipe da Banda Mais Bonita da Cidade – há o fato de que eles não parecem ser “artistas”, no sentido mercadológico. Não há direção de arte, plano de marketing, modelo de negócios, efeitos especiais nem superproduções, o que torna a identificação com o público mais instantânea – e menos artificial.
A diferença é a velocidade. O que aconteceu durante meses com o Cansei de Ser Sexy e Mallu Magalhães, está atropelando os dias dos curitibanos. Resta saber se daqui a um mês lembraremos deles. O Ecad certamente sim. Afinal, o escritório de arrecadação de direitos autorais tem um belo problema diante de si: quanto eles devem aos curitibanos por esse tanto de view no YouTube.
Matéria: Jornal O Estado de S. Paulo
Windows 95 rodando em um celular
Com certeza, a primeira coisa que as pessoas perguntariam seria “hã?”, “POR QUE?” ou “PRA QUÊ”, fico imaginando o Peanut olhando, depois de ver a Proeza que esse cara realizou.
Quem em sã consciência perderia seu precioso tempo instalando o Windows 95 em um telefone? Com qual sentido? pior é quem perde seu precioso tempo para publicar, e quem perde seu precioso tempo para ver, pior ainda, quem perde o seu tempo tentando fazer! (não, eu não tentei, e possivelmente não vou tentar fazer isso!)
Se você entender um pouco de ingês vai entender no final ele falando o proposito de fazer isso, é algo mais ou menos assim “[...]Para que eu fiz isso, eu fiz por que eu CONSIGO, e outra, tem algo mais engraçado do que se gabar para seu amigos” (não entendi muito bem o final, vou dar um jeito de traduzir direito o que ele fala)
Não recomendo ligar a legenda automática, não ajuda muito, mas caso você não entenda um tico de inglês, fique a vontade
Nilza Loschiavo – O Bebado e o Equilibrista
Andre Meneguetti – Estação da Sé
Bom, eu disse que ia postar, demorou mas eu consegui tirar um tempo para o blog, achei essa carinha na estação da Sé, do metrô, em São Paulo, vale a pena conferir
Primeiro Projeto Android
Bom pessoal, antes de tudo eu queria dizer que vou postar algumas dicas e tutoriais para android, mas não creio que irei conseguir fazer todos em sua devida ordem (exemplo, instalar o SDK Java, Instalar Eclipse, Instalar Plugin do Eclipse, Instalar SDK Android, e um Emulador, sim, você não achou que ia plugar o seu dispositivo e instalar e desinstalar o seu programa toda hora né, ta achando que que isso é Aplicação Web, rapáh.
enfim, aqui está a primeira tela que eu consegui criar.
O Código (para quem seguiu o tutorial no site do Android, não tem nenhuma novidade)
package com.exemple.olaandroid;
import android.app.Activity; import android.os.Bundle; import android.widget.TextView; public class olaAndroid extends Activity { /** Called when the activity is first created. */ @Override public void onCreate(Bundle savedInstanceState) { super.onCreate(savedInstanceState); TextView tv = new TextView(this); tv.setText("Olá, esse é o Aplicativo de Durval Moreira, ele não faz nada tá?"); setContentView(tv); } }</pre>
Google atrasa abertura de código do Android 3.0, o Honeycomb
Honeycomb é o Android feito para uso com telas maiores, como tablets (IPad, Galaxy Tab, etc)

Honeycomb, uma versão do sistema operacional do Google específica para tablets
Em sua essência, o Android é um sistema operacional de código aberto. Daqueles que os desenvolvedores têm acesso e a partir do qual podem criar suas próprias versões do mesmo. Isso era ponto passivo até o Android 3.0, o Honeycomb, uma versão do sistema operacional do Google específica para tablets. E esse seria, de acordo com uma declaração de Andy Rubin, responsável pelo Android dentro do Google dada ao jornal espanhol El País, o motivo do atraso na divulgação do código. “Para respeitar o calendário de lançamentos dos tablets, fizemos algumas concessões. Não pensamos sobre o que é necessário fazer para que o sistema funcione nos smartphones. Por isso, devemos agregar recursos e atrasar nosso calendário para além do razoável”.
O motivo do Google para não divulgar o código seria fugir de uma possível fragmentação do mercado que a possibilidade de fazer versões pode acarretar – algo já visto no mercado de smartphones. Ou seja, o Google estaria tentando evitar que alguns fabricantes peçam especificações singulares no Android, o que prejudicaria sua difusão e incomodaria os desenvolvedores, que precisariam criar adaptações no sistema operacional.
A notícia do atraso na divulgação do código aberto do Android 3.0 corre ao mesmo tempo em que circula o boato de que a Motorola estaria pensando em abandonar o sistema operacional do Google, presente no tablet Xoom, e criar o seu próprio. A estratégia da empresa, que desde 2009 trabalha em parceria com o Google, seria de se diferenciar das demais fabricantes que também utilizam o Android. Outras companhias como a HP e a BlackBerry também apostam no desenvolvimento de seus próprios sistemas. Ainda assim, nunca derrubam totalmente as pontes, como destaca o El País: o PlayBook, por exemplo, tablet da BlackBerry, poderá executar, graças a uma adaptação no sistema da empresa, os aplicativos do Android e, desta forma, desfrutar de mais de 200 mil aplicativos
NVIDIA lança GeForce GTX 550 Ti e nova versão do kit GeForce 3D Vision
Jogar, ver fotos, assistir vídeos e filmes utilizando o PC como plataforma de entretenimento acaba de ficar mais divertido com a chegada da GeForce GTX 550 Ti da NVIDIA. A mais nova GPU da linha Fermi apresenta excelente desempenho com DirectX 11 (DX11) e oferece uma nova relação de preço vs desempenho para os principais jogos de PC, mantendo a acústica extremamente silenciosa, além de contar com baixo consumo de energia.
Comparada com o produto concorrente mais próximo, a GTX 550 Ti é até 50% mais rápida nos mais recentes jogos com tesselação em DX11, e ainda 38% mais rápida nos jogos em DX9 e DX10 das gerações anteriores. E com a tecnologia NVIDIA SLI – a plataforma multi-GPU com a maior escalabilidade do mercado – os jogadores poderão aumentar seu desempenho em jogos de PC acrescentando uma segunda GeForce GTX 550 Ti.
Baixo custo
“A GTX 550 Ti, aliada à nossa tecnologia 3D Vision, oferece aos jogadores uma incrível plataforma de baixo custo com uma experiência em terceira dimensão excepcional,” destaca Richard Cameron, diretor-geral da NVIDIA no Brasil. “Como líderes em hardware de jogos para PC, estamos muito otimistas quanto ao futuro dessa indústria e da forma como podemos tornar essas experiências em 3D mais intensas”.
Kit 3D Vision
Outra novidade que a NVIDIA apresenta aos entusiastas por computadores é a nova versão do kit GeForce 3D Vision, combinação de óculos sem fio de alta tecnologia, emissor infravermelho e software avançado. O novo modelo conta com bateria recarregável de 60 horas, o que aumenta o tempo de uso do produto sem a necessidade de recarga.
A tecnologia NVIDIA 3D Vision suporta atualmente mais de 500 títulos de jogos 3D. Para aproveitamento dos recursos do kit GeForce 3D Vision, é necessário que o computador possua um processador gráfico NVIDIA GeForce e um monitor de 120 Hz.
Chrome ganha novo logo
Há alguns dias, o logo/ícone do Chromium, projeto open source que serve de base para o Chrome, navegador da Google, mudou. Era bastante provável que a mudança se estendesse à versão comercial do produto, o Chrome, o que de fato aconteceu nessa madrugada, por hora apenas no canal “dev” (o mais atualizado e mais sujeito a bugs e problemas).
Do visual futurista tridimensional parecido com um Genius, o antológico brinquedo musical da década de 1980, o logo do Chrome passou a ser mais “reto”, sem tentar imitar a realidade. Ele se encaixa melhor na coleção de ícones da própria Google — lembra bastante, por exemplo, os ícones de filtragem que aparecem na barra à esquerda das páginas de resultados do buscador. Confira um “antes e depois”, cortesia do Download Squad (à esquerda, o Chrome; à direita, o Chromium):
A Google ainda não se manifestou oficialmente sobre a mudança, o que deve fazer logo. Para usuários da versão estável (“stable”) do Chrome, a mudança provavelmente chegará na 11ª versão, que se mantido o acelerado cronograma de desenvolvimento da empresa, deve estar disponível em meados de abril próximo.
O que você achou do novo logo do Chrome?
Comentem!
FONTE: GEEK.com.br
Novidades!
Boa noite para todos os leitores do Blog, alguns podem estar se perguntando: “Mas que diabos esse FDP ta fazendo aqui”, enfim, eu voltei do embarque, trouxe uma bagagem de experiências e Bugigangas (mais Bugigangas do que experiência), enfim… como a @aidacrc me dizia, navios são apenas infernos que flutuam, enfim, falando dessa maneira dá uma impressão que lá foi mto ruim, mas não é assim, lá não foi só ruim, foi tb… éer…. hãaaa…. enfim, foi legal tb.
E agora que eu estou em terra firme novamente posso voltar a escrever um pouco para o Blog, e para termos um bom Recomeço vou começando a postar as novidades, alguns links legais, outros ilegais, e assim por diante:
-Eu realmente não acreditei que a Dilma fosse assumir o cargo de Presidente, eu jurava que algum JOSELITO ia Brincar de “MATAR O J.K”, enfim, mas não rolou.
- A Linha 4 funciona das 9 às 15h00 que legaal, e com 3 estações… É.. o governo só funciona quando tem Iniciativa Privada né.. se não FUDEU!
- A Samsung só está faltando colocar uma maça no seu logo, mesmo assim, eu sou uma pessoa muito humilde sabem, eu não sonho com IPad, ja fico contente com um Galaxy Tab na mão!!!
(PIADINHA URGENTE!) Se o Steve Jobs tivesse um pouco de senso de humor ele ia escrever em sua Lápide, “IDead”
Enfim, voltando ao post, que nao tem muita finalidade, vou postar a seguir algumas novidades e outra que nem são tão novas assim.
Enjoy it!
Meu Primeiro Embarque
Olá, tenha um ótimo dia, como alguns já sabem, hoje é o meu dia, só uma pergunta…
QUEM QUE UM DIA ANTES DO EMBARQUE CONSEGUIU DORMIR???
enfim, não tenho muito a dizer, a sensação é completamente diferente… a vontade de crescer é enorme, mas desde já eu deixo o meu agradecimento especial a algumas pessoas que sem elas eu não estaria onde estou hoje:
Celiah Lima – Presidente da Casa Crescer e Brilhar (Mais do que uma patroa ou chefe ou guardiã, uma MÃE
A Equipe do Abrigo em si
Fabricio Britto e toda equipe da Fatto Brazil – Ele foi mais uma das pessoas que acreditou em minha força de vontade e perseverança, esse cara pra mim é o exemplo de como você pode mudar a sua vida, e ainda sim, não contente criar uma maneira para que todos os cidadões de sua cidade possam passar por toda a experiência passada.
Prof. Nadir Soldo – Segui o seu conselho e estou aqui, você é a melhor!!!!
Junior Barros – Outro exemplo que vou procurar sempre seguir (exeto a parte de torrar a grana, rs)
Familia Baruffi Esteves – Esses são sem sombra de duvida a minha segunda família, em especial vc @brunobaruffi , me ajudou nas horas mais difíceis (aquelas que eu nao sabia qual cerveja escolher AUHAUHAUHAUAHAU)
Anguair Gomes dos Santos – Valeu pelos Cascudos, heheehehheh
Durval Moreira – Esse cara sim, é para mim o meu maior exemplo que eu tiro até hoje, o ser mais foda do mundo todo, o ser que eu sonhei ser a minha vida toda. Meu PAI, me ensinou a ser quem sou hoje, me ensinou como a vida é difícil, mas que mesmo assim nós temos a possibilidade de fazer o que quiser dela, todas as cosias, boas ou ruins, sinto muito a sua falta, mas sei que onde você estiver, deve estar orgulhoso de mais uma conquista que logo menos vai ser mais uma vitória carimbada em minha vida corrida.
Tenho mais agradecimentos à todos, mas o dia está super corrido, preciso sentar em cima da minha mala para que eu possa fechá-la







