Service Pack 3 (PT-BR) para download

Olá Galera Leitora Fiel do Blog!
Peço desculpas por não colocar mais nada no blog, sabe… as coisas andam difíceism, ou eu trabalho e como ou eu posto no blog e morro de fome 😛

Mas Enfim, temos novidades (para quem é chegado em Windows) saiu esses tempos o link direto para baixar o Windows Service Pack 3 em português para todas as versões 32 bits do XP existentes.

> Download Windows XP Service Pack 3 (Português Brasil)

eu ainda não instalei em nenhuma maquina, mas já deixei baixando e vou colocar na minha pen drive (o priximo que me pedir para formatar algum pc, vou testá-lo) 😀 , ainda mais se tratando de um sistema Windows, crie um ponto de restauração do sistema antes de instalar, mesmo sabendo que o próprio pacote cria um ponto de restauração durante a operação, para que não haja a possibilidade de futuros sustos.

Se prepare para validar novamente a sua instalação do Windows, já que após todo Service Pack instalado, o sistema costuma pedir novamente a chave de validação do Windows, após 30 dias.

Não sei se esse serial vai dar certo, mas vocês podem usar esse serial (que escapa de ativação)

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Pacotes de idioma atrasam ainda mais versão final do Vista SP1

 

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Usuários que instalaram pacote com 5 idiomas principais receberão SP1 em meados de março. Quem instalou outros, só em abril.

A atualização dos mais de 30 idiomas bônus atrasará a entrega do Service Pack 1 (SP1) do Windows Vista para alguns usuários, anunciou a Microsoft nesta quarta-feira (05/03).

O Windows Vista Ultimate SP1 será oferecido em meados de março aos usuários que instalaram os pacotes de idiomas em inglês, espanhol, francês, alemão ou japonês, segundo o diretor de programa da Microsoft, Nick White.

Virtualizando o Linux dentro do Windows

Tamos de volta! Em caráter de mini-férias ainda, pois o meu corre-corre só irá se normalizar semana que vem.

Então, aproveito um trabalho da faculdade sobre instalação de sistemas Linux para trazer um artigo sobre uma tecnologia que eu venho usando a pouco tempo e já me impressionou muito.

Sim, agora a onda do momento é a virtualização, que pode ser definida como a capacidade de criar e rodar máquinas virtuais dentro de uma arquitetura ou sistema diferente do seu ambiente original.

Traduzindo: Quer usar o Linux pela primeira vez, mas não quer formatar a máquina ou se desfazer do Windows? Que tal rodar o Linux dentro do Windows ou então o Windows dentro do Linux? Que tal ter dois sistemas rodando simultaneamente na sua máquina? Saudades de algum sistema antigo como o Windows 3.1 (não dava tanta pala) ou algum emulador de videogame? Que tal rodá-los no seu micro sem precisar formatar ou particionar a máquina?

Quem nunca teve vontade de experimentar diversas distribuições Linux diferentes ou conhecer os sistemas que rodam em computadores Apple, mas nunca teve R$5.000,00 pilas pra comprar um Mac? Quem quiser, pode ainda rodar o Windows Vista em uma máquina virtual para perder a curiosidade em relação ao novo sistema e perceber o quanto ele é realmente ruim, sem a necessidade de formatar a máquina ou arrancar o XP.

A virtualização permite que pobres mortais possam “empacotar” esses sistemas e rodá-los em um hardware virtual, permitindo que uma única máquina possa ter vários sistemas distintos rodando ao mesmo tempo.

Vou usar o Vmware neste caso, que é um software de criação de máquinas virtuais no Windows, mas logo eu falo também de soluções para Linux.

O meu problema consistia em instalar e configurar uma distribuição Linux no micro, capturando as telas de instalação. Mas, como capturar telas de instalação de um sistema que ainda está sendo instalado? Outro problema é que eu não estava nem um pouco afim de particionar o meu HD novamente ou reinstalar o meu Fedora 7, que já estava funcionando bonitinho.

Então, vamos virtualizar uma instalação! Primeiro passo, baixe o VMware Workstation 6.0.2 (314MB), que é uma versão do programa própria para a virtualização de desktops, preencha o formulário de registro e no fim, você receberá o link para baixar o programa. Preencha o formulário corretamente, pois o serial de ativação do programa será enviado para o email que você preencher.

Este serial permite usar o programa por 30 dias gratuitamente, mas quem quiser registrar o programa por tempo ilimitado, vai a dica do gerador de chaves que eu encontrei no Rapidshare, é só baixar, executar e escolher a opção VMware Workstation for Windows v6 e ele irá gerar uma chave de registro ilimitada.

Após a penosa tarefa de baixar 314MB e instalar e registrar o programa, vamos começar! Para virtualizar um sistema Linux que possa rodar de forma decente, acredito que seja necessário pelo menos 512MB ou 1GB de RAM e 5GB de espaço em disco.

Inicie o Vmware Workstation e vamos criar uma nova máquina virtual, clique em File > New > Virtual Machine…

Você cairá no assistente de criação de máquinas virtuais, mande avançar (next)…

Select the Appropriate Configuration > Neste passo você define certos parâmetros de compatibilidade para que a sua máquina virtual criada possa ser compatível com outros softwares de virtualização, dependendo do hardware que será virtualizado. No nosso caso, basta marcar a opção Typical, para que o sistema reconheça automaticamente as configurações da sua máquina.

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Select a Guest Operating System > Neste passo, basta escolher qual sistema operacional iremos virtualizar. O Vmware oferece um grande número de opções de sistemas, desde toda a família Windows , passando por Linux, Novell, FreeBSD e Sun Solaris.

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Escolha a opção Linux e na Version, escolha o Linux que você deseja usar. Caso a distribuição que você quer não esteja listada, basta se informar sobre a versão do Kernel do sistema que você pretende usar e escolher a opção respectiva.

Vou usar o Fedora 8 e como ele não está listado, escolho a opção de acordo com a versão do meu kernel: Other Linux 2.6.x kernel.

Name The Virtual Machine > Escolha um nome para a sua máquina virtual e o local onde o sistema irá montar a máquina. Lembre-se que ali ficará o arquivo VMDK onde a máquina virtual será guardada, portanto, escolha um local onde será possível alocar o espaço suficiente para a montagem da máquina.

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Network Type > Aqui você define o tipo de conexão que a sua máquina virtual usará para se conectar a rede, no meu caso eu utilize a opção NAT, que permite que o sistema faça uma conexão direta com a rede que eu estou usando, seja uma conexão via ADSL ou mesmo por uma rede interna roteada.

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Specify Disk Capacity > Aqui você define o espaço que será reservado para a instalação do sistema. Para alguns sistemas como o Windows Vista, é necessário reservar pelo menos 10GB, no caso de uma instalação simples de Linux (usando apenas Gnome ou KDE) acredito que 3GB sejam suficientes. Vale lembrar que este espaço ainda será usado pelo Linux para a criação de partições como a SWAP, que deve ter o dobro do tamanho da memória virtual, por isso, quanto mais espaço disponível, melhor!

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Pronto! Após criar a máquina virtual você pode definir alguns atributos, como o tamanho da memória RAM que será usada no seu sistema:

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Instalando o sistema na máquina virtual > Coloque no drive o cd ou dvd de instalação do sistema que você escolheu e ligue a máquina virtual, selecionando-a em Favorites e clicando no ícone de play ou com o botão direito em Power On.

A máquina automaticamente irá procurar o cd no drive e iniciará o boot de instalação, daí para frente é como se você estivesse instalando um sistema em um computador qualquer, só que neste caso, você está usando uma máquina virtual.

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Vale sempre lembrar que esta é uma solução paleativa para diversos tipos de situações, como a necessidade de ter dois ou mais sistemas diferentes rodando ao mesmo tempo na máquina e como o hardware usado aqui é virtual, ele possui algumas limitações, como memória de video pequena.

O Linux roda virtualmente belezinha aqui no meu notebook e fazendo alguns testes eu já até virtualizei uma instalação do Ruindows Vista dentro do meu XP e apesar de funcionar perfeitamente, ele fica beeeeeemmmm lento para realizar certas tarefas.

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O Vmware apesar de ser pago é a melhor opção para virtualização de sistemas. Ele possui versões para Windows, Linux e Mac. Quem deseja virtualizar usando software livre e gratuito, pode escolher outras boas opções como o Virtual Box ou o Qemu.

Espero que este tutorialzinho possa incentivar mais pessoas a experimentar novos sistemas e tecnologias.

Mais informações sobre virtualização, Qemu, Virtual Box e Vmware, procure no Tio Google, na Wikipédia ou deixe suas dúvidas nos comentários.

Microsoft cria mini Windows

Está parecendo até aquela série do Kibe Loco, notícias que vão mudar o mundo:
Conhecido como MinWin, o sistema tem apenas 25 MB, contra 4 GB do Windows Vista. A expectativa é que o MinWin seja usado como base para o Windows 7, o sucessor do Vista, previsto inicialmente para 2010. O MinWin é parte de um esforço que a Microsoft vem fazendo na tentativa de chegar a um sistema operacional de manutenção mais fácil. Com mais de 5 mil arquivos, o Windows Vista ocupa 4 GB no disco. Além de o sistema operacional ser pesado para o micro, sua manutenção é cara e complexa, o que também aumenta as chances de ocorrência de falhas. Parte das reclamações de usuários sobre a lentidão do Vista vêm daí.


O MinWin foi apresentado recentemente por Eric Taut, engenheiro sênior da Microsoft, numa palestra na universidade de Illinois, nos Estados Unidos. Há um vídeo da apresentação disponível no site da universidade. Nele, depois de falar bastante sobre virtualização, o tema principal da palestra, Taut mostra o MiniWin rodando. Como o software não inclui um subsistema gráfico, a tela inicial mostra o logotipo do Windows formado por caracteres alfanuméricos. O sistema ocupa apenas 4 MB de memória e inclui um servidor web simples.

Taut diz que o MinWin é para uso interno apenas. Ele não vai virar produto. Mas pode ser a base para o futuro Windows 7. Ele reconhece que o Vista está pesado e complicado demais. Considerando que ele comanda um grupo de 200 programadores na Microsoft, isso é uma boa notícia. Pode indicar uma mudança na estratégia de desenvolvimento da Microsoft. Da mesma forma que a segurança passou a ter uma prioridade maior para a empresa nos últimos anos, preocupações com a complexidade excessiva do sistema poderão ser levadas em conta no futuro. O Windows Server 2008 deverá ter, em sua configuração mínima, cerca de 1,5 GB. Já é um avanço em comparação com os 4 GB do Vista.

Essa notícia é do Maurício Grego, do site da Revista InfoExame e ela me faz pensar em três coisas malévolas que a Microsoft pode fazer com esse mini sistema:

* Dizer que o importante não é o tamanho, mas sim o prazer que o bug vai proporcionar ao usuário;

* Finalmente retirar o DOS do Windows (eles juram que já fizeram isso) e colocar esse mini sistema no lugar;

* Irão chamá-lo de DOS Vista Professional e começarão a cobrar separado por ele;

Retirado de Plínio Torres: http://pliniotorres.wordpress.com